"Foda-me por favor" Recosto-me na cama e arde-me o corpo de desejo. A tua entrega não me deixa dormir. A tua boca procura a minha e as línguas lambem-se com sofreguidão. Nada nem ninguém nos separará esta noite. Beijo-te os olhos, onde já correram lágrimas quando estiveste só. Agora, enroscada em mim, roçando a tua perna no meu sexo cada vez mais incontrolado nada te entristece, és a minha menina e já não queres ser menina. Mordes-me o pescoço mas puxo-te o cabelo para te morder o lóbulo da orelha. Se descesse a mão, até ao teu sexo, já sabia como te ia encontrar mas retardo o gesto, quero fazer-te gemer de vontade. Quero ouvir-te pedir numa súplica que te toque ou que te autorize a tocares-te. Feliz aniversário Senhor F Não cadela, primeiro eu. O meu caralho primeiro. Serve-me. Sem te soltar os cabelos obrigo-te a lamber-me o peito e devagar, como uma cadela com cio levo-te a boca a tocar-me o caralho bem duro. Só um breve toque cadela! Subo-te a cabeça e ...
'Toxic masculinity' and the powerful dichotomy of being a man By Jocko Willink Published January 19, 2019 Boys and men shouldn’t follow the advice of a recent report by the American Psychological Association called “Guidelines for the Psychological Practice with Men and Boys.” These guidelines imply that “traditional masculinity” – such as stoicism, competitiveness, dominance, and aggression – are harmful. These guidelines are wrong. Stoically controlling your emotions is necessary. Competitive spirit drives success. Dominance – and the mental and physical strength required to dominate – is far superior to a lack of strength, which results in being dominated by someone else. IT'S TIME TO STAND UP AND STOP THIS PATHOLOGICAL FRENZY TO MARGINALIZE BOYS AND MEN And aggression is a means to an end. Without aggressive action, you will likely be on the receiving end, bowing to someone else’s aggression. Of course, it would be nice to conjure up a world where those ...
I Amélia Amélia tem pela frente a longa noite do soldado de sentinela, a noite da enfermeira. Lá fora está a beleza do meio da Primavera, mas aqui cruzam-se dores, misérias e esperanças desrazoáveis. Há anos que é enfermeira do exército. Cada noite, Amélia faz a rotina que lhe ensinaram: receber o turno, ler os relatórios de enfermagem, dar a medicação, trocar umas palavras com os soldados internados e preparar a medicação seguinte. Mais tarde, na quietude da madrugada fará os seus relatórios. Pelas 2h00 da madrugada o silêncio do hospital é entrecortado por algum gemido ou murmúrio do paciente do quarto 113. Amélia tem medo de pensar. Na madrugada não tem como não se deixar tomar pela sua alma. Um a um, os seus fantasmas apresentam-se, sem serem convidados. Um deles, um velho autoritário e sábio diz-lhe: - Eu conheço-te bem, disfarçaste-te mas não enganas ninguém: nasceste puta, para servir e ser usada. Arranjaste este trabalho para disfarçares os teus impulso ...
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